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domingo, 23 de maio de 2010

A Origem das Espécies - Charles Darwin


A Origem das Espécies (em inglês: On the Origin of Species), do naturalista britânico Charles Darwin, é um dos livros mais importantes da história da ciência, apresentando a Teoria da Evolução, base de toda biologia moderna. O nome completo da primeira edição (1859) é On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life (Sobre a Origem das Espécies por Meio da Selecção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida). Somente na sexta edição (1872), o título foi abreviado para The Origin of Species (A Origem das Espécies), como é popularmente conhecido.
Nesse livro, Darwin apresenta evidências abundantes da evolução das espécies, mostrando que a diversidade biológica é o resultado de um processo de descendência com modificação, onde os organismos vivos se adaptam gradualmente através da selecção natural e as espécies se ramificam sucessivamente a partir de formas ancestrais, como os galhos de uma grande árvore: a árvore da vida.
A primeira edição, publicada pela editora de John Murray em Londres no dia 24 de Novembro de 1859 com tiragem de 1.250 exemplares, esgotou-se no mesmo dia, criando uma controvérsia que ultrapassou o âmbito académico. Um exemplar da primeira edição atinge hoje mais de 50 mil dólares em leilão.
A proposta de Darwin, que as espécies se originam por processos inteiramente naturais, contradiz a crença religiosa na criação divina tal como é apresentada na Bíblia, no livro de Génesis. As discussões que o livro desencadeou se disseminaram rapidamente entre o público, criando o primeiro debate científico internacional da história.

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Deepak Chopra

 
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Deepak Chopra, (Hindi: दीपक चोपड़ा; 22 de Outubro de 1946) um médico americano nascido na Índia, formado em medicina pela universidade de Nova Deli, é também um autor e professor de Ayurveda, espiritualidade e medicina corpo-mente.

Chopra é especialista em endocrinologia, exerce a profissão desde 1971, onde chefiou a equipe do New England Memorial Hospital. Em 1985, fundou a Associação Americana de Medicina Védica. Em 1993 muda-se para S. Diego e abre o "The Chopra Center For Well Being", onde desenvolve os seus próprios programas e cursos para o desenvolvimento pessoal.
Deepak Chopra é autor de mais de 25 livros de auto-ajuda, traduzidos em 35 línguas, tais como "A Cura Quântica", "As Sete Leis Espirituais do Sucesso", "Criando Saúde", incluíndo cinco programas para a televisão pública dos EUA e proponente de outras idéias místicas. Sua proposta de auto-ajuda é centrada na afirmação "se compreendermos a nossa verdadeira natureza e soubermos viver em harmonia com as leis naturais, a sensação de bem-estar, de entusiasmo pela vida e a abundância material surgirão facilmente".
Em 1999, a revista Time incluía-o na sua lista das 100 personalidades do século, chamando-lhe "poeta e profeta das medicinas alternativas".


Fonte: Wikipédia

segunda-feira, 17 de maio de 2010

A Formula de Deus - José Rodrigues dos Santos


"A Fórmula de Deus" é o quarto romance de José Rodrigues dos Santos, publicado em 2006 e editado pela Gradiva.
É o segundo livro da série Tomás Noronha, precedido por O Codex 632 e seguido por O Sétimo Selo.
Um dos principais temas abordados pelo livro é a prova científica da existência de Deus, a partir de uma fórmula de Einstein, grande parte da obra passa-se no Irão (Teerão), Tibete e Portugal, onde o personagem principal sofre grandes desventuras.

Contratado para decifrar um manuscrito de Einstein só agora descoberto, Tomás Noronha, professor universitário, envolve-se num jogo duplo entre o Ministério da Ciência Iraniano e a CIA, procurando desvendar a prova científica da existência de Deus, descoberta por Einstein, embora o Irão e os EUA julguem que o documento do cientista expõe a fórmula para fabricar facilmente uma bomba nuclear.
Com a ajuda de Ariana Pakravan, por quem se apaixona, ele tenta sair ileso de mais uma aventura. Enquanto o seu pai tem os dias contados devido a um cancro do pulmão, Tomás tem de escapar às perseguições dos iranianos, após os ter traído para ajudar a CIA. É Ariana quem o ajuda, acabando por se deixar levar pelos seus sentimentos relativamente ao português.
Após uma viagem que vai desde o Irão ao Tibete, e ainda em Portugal, eles conseguem provar, precisamente no dia do funeral do pai de Tomás, que o documento de Einstein não contém a fórmula para o fabrico para um bomba nuclear, mas sim uma tese científica relativa à existência de Deus.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 13 de maio de 2010

827 Era Galáctica - Isaac Asimov



O livro narra a história de Joseph Schwartz, um velho alfaiate de 62 anos. Graças a um acidente ocorrido em um laboratório próximo de onde caminhava, Schwartz é transportado no tempo, indo parar muitos e muitos anos no futuro. O ano em questão é 827 EG (Era Galáctica) e quanto tempo se passou desde 1949 (a origem), o livro não narra, mas a Terra agora é um velho planeta radioativo. Para a maioria dos cientistas do Império Galáctico, o surgimento da humanidade se deu de modo disperso, em todos os planetas. Já para o arqueólogo Bel Arvardan, isto não é verdade; a humanidade teria surgido apenas em um planeta e depois se espalhado pela galáxia. Seguindo suas teorias, ele resolve pesquisar a Terra, um planeta onde seu povo (uma escória para a galáxia) dizia ser a origem da raça humana.
Na Terra, Arvardan conhece a jovem Pola Shekt, cujo pai havia criado uma máquina capaz de aumentar a capacidade cerebral de um ser humano. Sua cobaia havia sido Schwartz, que como um homem perdido no tempo, parecia ser louco e falava uma linguagem incompreensível.
A partir daí, todos vão aos poucos se envolvendo em uma grande conspiração que envolve os misteriosos Anciões, o Império Galáctico e mais importante ainda: o sentimento de ódio de toda uma galáxia contra um planeta e a vingança que uma raiva destas pode provocar.

Fonte: Wikipédia


O Mundo de Sofia - Jostein Gaarder


O Mundo de Sofia (Sofies verden em norueguês) é um romance escrito por Jostein Gaarder, publicado em 1991. O livro funciona tanto como romance, como um guia básico de filosofia.

Nas vésperas de seu décimo quinto aniversário, Sofia Amundsen recebe bilhetes bastante estranhos. São anônimos e perguntam-lhe quem é ela e de onde vem o mundo em que vivemos. Os postais são enviados do Líbano, por um major desconhecido, para uma tal de Hilde Knag, que Sofia desconhece.

Este mistério é o ponto de partida deste fascinante romance, que conquistou milhões de leitores em todos os países onde foi lançado. De capítulo em capítulo, de "lição" em "lição", o leitor é convidado a trilhar toda a história da filosofia ocidental - dos pré-socráticos aos pós-modernos - ao mesmo tempo em que se vê envolvido por um intrigante thriller que toma um rumo surpreendente.

Fonte: Wikipédia
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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ayla, A Filha das Cavernas - Jean M. Auel

Depois de um terremoto que destrói sua família, sua casa e toda uma região, Ayla se vê só, faminta e vagando por dias e dias, enfrentando sol, chuva, neve e perigos de todo tipo com apenas 5 anos de idade.
Numa das noites em que procura uma caverna abandonada, para dormir, é atacada por um leão da montanha. Suas afiadas garras abrem 4 profundos sulcos em sua coxa direita, e é justamente esta marca que fará toda a diferença nas mudanças que ela provocará dentro do Clã do Urso das Cavernas.
Exausta, faminta, delirando de febre pelos ferimentos infeccionados, Ayla é encontrada pelo Clã, quando este retorna para sua caverna depois de uma de suas viagens.
A curandeira Isa, irmã do Chefe Brum, sensibiliza-se pela situação da menina. O Chefe lhe diz que, se sua germana quiser levar a menina, a responsabilidade será toda dela.
Ayla fica muito mal, mas graças aos chás, unguentos, emplastros e caldos nutritivos de Isa, consegue sobreviver.
Para um povo obcecado pelos costumes e tradições, Ayla pode ser comparada a um tufão passando em suas vidas.
Os " cabeças-chatas" (neandertals) usavam o couro dos animais caçados para quase tudo.
Viviam da caça, pesca e coleta de frutos, raízes e tubérculos.
A autora pesquisou a fundo para escrever essa saga.
Leitura absolutamente empolgante, envolvente, que prende o leitor desde a primeira letra até o ponto final.

Fonte: http://pt.shvoong.com

terça-feira, 11 de maio de 2010

O Capital - Karl Marx

O Capital (em alemão: Das Kapital) é um conjunto de livros (sendo o primeiro de 1867) de Karl Marx como crítica ao capitalismo (crítica da economia política). Muitos consideram essa obra o marco do pensamento socialista marxista. Nesta obra existem muitos conceitos econômicos complexos, como mais valia, capital constante e capital variável, uma análise sobre o salário; sobre a acumulação primitiva, resumindo, sobre todos os aspectos do modo de produção capitalista, incluindo uma crítica exemplar sobre a teoria do valor-trabalho de Adam Smith e de outros assuntos dos economistas clássicos.

Quem procura sobre a teoria econômica marxista consulta o livro O Capital. Porém como seu conteúdo é volumoso e abrangente, a subseção quanto ao conteúdo foi separada por livros, e alguns itens contêm apenas sinopse para as hiperligações que levam aos verbetes como Força de trabalho, Teoria da Abstinência, acumulação primitiva, etc. Ainda, é conveniente consultar a obra anterior que também contém parte do conteúdo que seria aglutinado pelo autor: manuscritos de 1844, Miséria da Filosofia (contém uma tabela comparando a obra econômica de Proudhon com a de Marx), Contribuição para a Crítica da Economia Política, Grundrisse. Há também resumos de O Capital preparado por outros, como a de Carlo Cafiero. Mas o mais recomendado é a leitura integral da obra (assim também recomendaram Cafiero, Julian Borchardt, Roman Rosdolsky, Rosa Luxemburgo, etc). Na empreitada de ler a obra integral muitos acabam desistindo no caminho por ser uma obra densa e difícil.

Fonte: Wikipédia

A Papisa Joana - Donna Woolfolk Cross

No ano de 814, Idade Média, que ficou conhecida como a Idade das Trevas, as mulheres eram impedidas de estudar, podiam ser estupradas e até mortas pelos maridos. O conhecimento estava sufocado, os países hoje conhecidos na Europa não existiam, nem os idiomas modernos. Cada região tinha o seu dialeto e a lingua culta era o latim, herdada do Império Romano, que já havia sido derrubado pelas invasões bárbaras. Foi neste período que uma mulher passou a maior parte de sua vida vestida de homem, estudou medicina, foi médica do papa e tornou-se ela mesma papisa - durante dois anos. Neste livro, Dona Woolfolk Cross pesquisou, descobriu os arquivos e achou a história transformando-a num romance, em que aventura, sexo e poder cruzam-se com maldições, guerras e heresias.

Fonte: http://www.livrariacultura.com.br

O Monge e o Executivo - James Hunter

Você está convidado a juntar-se a um grupo que durante uma semana vai estudar com um dos maiores especialistas em liderança dos Estados Unidos. 
Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge num mosteiro beneditino, é o personagem central desta envolvente história criada por James C. Hunter para ensinar de forma clara e agradável os princípios fundamentais dos verdadeiros líderes. 
Se tem dificuldade em fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho e gostaria de se relacionar melhor com sua família e seus amigos, vai encontrar neste livro personagens, idéias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros. É impossível ler este livro sem sair transformado. O Monge e o Executivo é, sobretudo, uma lição sobre como se tornar uma pessoa melhor.

Fonte: http://www.jameshunter.com.br

A Origem da Tragédia - Friedrich Nietzsche

A tese de Nietzsche sobre A Origem da Tragédia é muito mais um estudo sobre a decadência de um género teatral do que propriamente uma investigação histórica ou uma incursão mítica na esfera da vida sobrenatural. O interesse da tese está no desenvolvimento do paradoxo: pessimismo é a cultura socrática, optimismo era a tragédia grega.

Fonte: http://www.sitiodolivro.pt/pt

Nietzsche e a Filosofia - Gilles Deleuze

Deleuze interpreta Vontade de Poder como Paixão — o poder que o corpo tem de se deixar afetar. 
Assim, tudo é interpretação . Não há verdade a ser captada. Há, apenas, um mundo a ser vivido. 
E, é isto o que os ativos fazem — viver! A força ativa ignora o fato, visto que, conhece o mundo através dos olhos da paixão. 
Esta é a própria definição de força ativa: a criação de novos valores . 
Os reativos, porém, acham importante “cair na real”, e explicar o mundo. O reativo busca a segurança da cápsula, ao mesmo tempo em que tenta enquadrar a vida num formulário. Tudo, fruto da frustração, porque não alcançou o que podia, e então, passou a ruminar a própria decepção. 
A única forma de se tornar ativo é pela Arte , porque esta engendra os próprios conceitos e arvora as próprias avaliações : cria os próprios valores.

Fonte: http://pt.shvoong.com

O Erro de Descartes - António Damásio

Eis, finalmente, uma tentativa, de um dos mais famosos neurologistas mundiais, de sintetizar o que é conhecido acerca do funcionamento do cérebro humano. O Erro de Descartes merece tornar-se um clássico, laureado com o Prémio Nobel. São, hoje em dia, bem conhecidos os mecanismos fisiológicos que se encontram associados a fenómenos como a respiração ou a circulação sanguínia. Mas que têm os cientista a dizer acerca dos mecanismos que suportam a recordação de uma paisagem, uma sensação de alegria ou um raciocínio conducente a uma tomada de decisão? Existe alguma correspondência entre estados mentais e estados cerebrais específicos? Qual é a relação entre a mente e o cérebro? É o ser humano, como propôs Descartes, composto por uma substância sem dimensão espacial (res cogitans – que pensa) e uma outra com dimensão espacial (res extensa – que come, respira e caminha), misteriosamente unidas num recanto perdido do cérebro? Estas são algumas das interrogações que um amigo imaginário de António Damásio lhe coloca e que dão origem a uma animada conversa que acompanhamos ao longo do livro, atentos e deliciados. E, se António Damásio reconhecer ter tido com esta conversa a oportunidade de pôr em ordem as suas ideias, o seu amigo, que pode bem ser qualquer um de nós, retirou vantagens não menores ao beneficiar de uma lição magistral onde muitos dos aspectos mais intrigantes do espírito humano foram explicados de uma forma brilhante. António Damásio, cientista português, é professor e chefe do Departamento de Neurologia da Universidade de Iowa e também docente no Salk Institute, na Califórnia. Foi galardoado, em conjunto com sua mulher, Hanna Damásio, com o Prémio Pessoa e recebeu o Prémio Beaumont da Associação Médica Americana, pelo seu trabalho em neurologia, área em que é um dos mais prestigiados investigadores a nível mundial. Recentemente, foi laureado com o prémio Príncipe das Astúrias.

Fonte: http://www.europa-america.pt

Assim Falou Zaratustra - Friedrich Nietzsche

Assim Falou Zaratustra (em alemão Also sprach Zarathustra) é um livro escrito entre 1883 e 1885 pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que influenciou significativamente o mundo moderno. O livro foi escrito originalmente como três volumes separados em um período de vários anos. Depois, Nietzsche decidiu escrever outros três volumes mas apenas conseguiu terminar um, elevando o número total de volumes para quatro. Após a morte de Nietzsche, ele foi impresso em um único volume.
O livro narra as andanças e ensinamentos de um filósofo, que se auto-nomeou Zaratustra após a fundação do Zoroastrismo na antiga Pérsia. Para explorar muitas das idéias de Nietzsche, o livro usa uma forma poética e fictícia, freqüentemente satirizando o Novo testamento.
O centro de Zaratustra é a noção de que os seres humanos são uma forma transicional entre macacos e o que Nietzsche chamou de Übermensch, literalmente "além-do-homem", normalmente traduzido como "super-homem". O nome é um dos muitos trocadilhos no livro e se refere mais claramente à imagem do Sol vindo além do horizonte ao amanhecer como a simples noção de vitória.
Amplamente baseado em episódios, as histórias em Zaratustra podem ser lidas em qualquer ordem. Mas aconselha-se que se leia em ordem, para melhor entendimento.
A razão pela qual o livro possui uma linguagem, por muitos interpretada como difícil, é que o conhecimento é algo que só pode vir de dentro - Por exemplo, no lugar de Zaratustra falar "O homem deve ser superado!", Nietzsche faz com que o leitor em si chege a essa conclusão; Como resultado, é uma forma de escrita, de comunicação mais eficaz do que a tradicional linguagem clara e de facílimo entendimento.
Zaratustra contém a famosa frase "Deus está morto", embora esta também tenha aparecido anteriormente no livro Die fröhliche Wissenschaft (A Gaia Ciência) de Nietszche.
Os dois volumes finais não terminados do livro foram planejados para retratar o trabalho missionário de Zaratustra e sua eventual morte.

Fonte: Wikipédia

Critica da Razão Pura - Immanuel Kant

A "Crítica da Razão Pura" (Kritik der reinen Vernunft), publicada inicialmente em 1781 com uma segunda edição em 1787, é considerada a obra mais influente e mais lida do filósofo alemão Immanuel Kant e uma das mais influentes e importantes em toda a história da filosofia ocidental. Ela é geralmente referida como "primeira crítica" de Kant, uma vez que essa obra precede a "Crítica da Razão Prática" e "Crítica do Julgamento".
Neste livro Kant tenta responder três questões fundamentais da filosofia e da teoria do conhecimento: Que podemos saber? Que devemos fazer? Que nos é lícito esperar?

Fonte: Wikipédia