As “coisas em si” apesar de serem observadas de forma diferente por cada um de nós, não deixam nunca de ser sempre a mesma “coisa”para elas próprias. Uma banana, a menos que seja comida (lol), é em si mesmo imune a qualquer tipo de julgamento que dela façam, detém uma identidade que em nada é alterada por tudo aquilo que a sensibilidade humana dela possa avaliar subjectivamente.
O ser humano, está de tal forma habituado a viver aprisionado universo mental que tem uma dificuldade extrema em abandonar aquilo que é o seu ponto de vista ou seja aquilo que é a realidade do seu mundo e desloca-lo para fora de si.
A dificuldade em aceitar as propriedades quânticas da matéria são um bom exemplo da perplexidade que causam as evidencias que quando se contradizem quando descritas dentro de um universo mental, os sentidos externos são neste caso negados por uma racionalidade cuja formula está completamente assente em princípios cuja experiencia nunca até aí negou.
Realmente nunca deveria estar em questão no debate filosófico aquilo que o “um” é mas sim aquilo que as coisas são.